Mostrando postagens com marcador Artigos Técnicos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Artigos Técnicos. Mostrar todas as postagens

sábado, 24 de novembro de 2007

Revista Nutrição Profissional 15 - Doenças do Aparelho Digestório


A revista Nutrição Profissional edição 15, da RCN Editora, empresa do Grupo Racine, tem como tema de capa Doenças do Aparelho Digestório.

Destaques da Edição:

Entrevista
Lucia Andrade, presidente da Associação de Nutrição do Estado do Rio de Janeiro (ANERJ)

Visão Geral
Visão Global da Fisiopatologia do Sistema Digestório e Introdução às Doenças Mais Comuns

Especial de Capa
Doenças Gastrointestinais e Desafios no Tratamento

Afecções do Sistema Digestório

UAN - Unidade de Alimentação e Nutrição
Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) em Unidade Produtora de Refeições (UPR) e Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN)

Painel Asbran

Perfil
Helena Alves de Carvalho Sampaio: Perpetuando Saberes

Produtos em Destaque
Danone, Diet Pro, Mãe Terra, Neo Nutri, Fiber Mais, Sanavita

Ensino
Ensino como Base nos Princípios Éticos-Humanísticos Norteiam Escola de Nutrição da UFBA

Agenda

Para informações e assinaturas www.racine.com.br

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Síndrome Metabólica: Tratamento do Diabetes Mellitus e Hipertensão Arterial no Paciente Obeso

Resumo: A obesidade é um fator de risco independente para doença coronariana. A resistência à insulina associada à obesidade contribui para o desenvolvimento de dislipidemia, hipertensão arterial e diabetes tipo 2. A coexistência de hipertensão e diabetes aumenta o risco para complicações micro e macrovasculares, predispondo os indivíduos à insuficiência cardíaca congestiva, doença coronariana e cerebrovascular, insuficiência arterial periférica, nefropatia e retinopatia. Em pacientes diabéticos obesos a redução do peso, bem como o uso de metiformina, melhoram a sensibilidade à insulina, o controle da glicemia e da pressão arterial. O tratamento anti-hipertensivo em diabéticos reduz a mortalidade cardiovascular e retarda o declínio da função glomerular. Deve-se considerar os efeitos dos agentes anti-hipertensivos sobre a sensibilidade à insulina e o perfil lipídico. Diuréticos e b-bloqueadores podem reduzir a sensibilidade à insulina, enquanto bloqueadores de canais de cálcio são metabolicamente neutros e os iECA aumentam a sensibilidade à insulina, além de conferir proteção adicional cardiovascular e renal para diabéticos. O bloqueio da angiotensina II tem mostrado benefícios semelhantes.

Leia na Íntegra o Artigo. Clique Aqui.

Síndrome Metabólica em Crianças e Adolescentes

A agregação dos fatores de risco cardiovascular na população adulta é um fato comum na prática clínica. No entanto, nos últimos vinte anos, essa mesma associação vem sendo demonstrada na
população jovem e freqüentemente relacionada a uma história familiar de síndrome metabólica. Em crianças e adolescentes, as alterações iniciais de cada um desses fatores podem ocorrer
em associações variadas, que mesmo de pequena expressão determinam um perfil cardiovascular desfavorável para esses jovens.
No estudo de Bogalusa, a avaliação feita em 4.522 indivíduos na faixa etária entre 5 e 38 anos, selecionados entre 1988 e 1996 para os componentes da síndrome metabólica - índice de adiposidade adiposidade, insulina e glicose, triglicérides e HDL-c e PA - encontrou dois
modelos independentes para o seu determinismo. Um dos modelos incluía insulina/lipídeos/glicose/índice de adiposidade; o outro, apenas insulina/pressão arterial. Os dois modelos explicaram 54,6% da variância total na amostra, sugerindo uma ligação entre a alteração metabólica e o fator hemodinâmico, cujo substrato comum foi a hiperinsulinemia/resistência à insulina. Estas mesmas alterações clínicas seriam determinantes das lesões ateroescleróticas precoces observadas em autópsia nestas populações.

Leia o Artigo Técnico na Íntegra. Clique aqui.

O papel da educação nutricional no combate às carências nutricionais

Resumo: Embora a educação nutricional seja vista como um esforço destinado a mudar “hábitos alimentares”, padrões alimentares são determinados por fatores que incluem, além de educação orientada para uma nutrição adequada, fatores socioeconômicos, ecológicos, culturais e antropológicos. Alguns destes fatores induzem à geração e manutenção de “tabus alimentares” que impedem, principalmente nas camadas mais carentes da população, a escolha adequada de alimentos para uma dieta balanceada. Este trabalho aborda algumas destas questões, numa tentativa de provocar reflexão sobre educação nutricional num contexto mais amplo como principal estratégia de combate à hipovitaminose A, considerada um dos mais importantes problemas nutricionais e de Saúde Pública do mundo atual. A principal causa desta carência é a ingestão inadequada de alimentos fonte de vitamina A, que muitas vezes está mais relacionada às questões culturais e hábitos alimentares do que a fatores econômicos. Vários estudos mostram que, no Brasil, os alimentos fonte deste nutriente são alvo de crenças, proibições e tabus. Conclui-se que o profissional de saúde deve ponderar os aspectos não só econômicos, mas também culturais envolvidos, principalmente quando a proposta de intervenção envolve educação nutricional.

Leia o artigo na íntegra. Clique aqui.